Com troca de governo, CNSeg quer destravar projetos de seguros

signature-962358_960_720
Ampliação do limite do seguro garantia é um dos pontos da agenda, diz Marcio Coriolano, que defende papel do setor na promoção do desenvolvimento.
No momento de troca de comando na Presidência da República, em que a recuperação econômica é a principal prioridade do novo governo, a liderança da indústria de seguros vai se dedicar a emplacar o setor como agente de desenvolvimento e a lutar por mais estabilidade regulatória.

Para isso, pretende trabalhar junto à nova equipe e destravar alguns projetos caros ao setor, de acordo com Marcio Coriolano, presidente da CNSeg, a confederação nacional das seguradoras.

“A mudança principal que queremos é que o governo se abra para receber nossas propostas. Não só na Susep e na ANS [Agência Nacional de Saúde Complementar], mas nos ministérios da Fazenda, do Planejamento, da Saúde, para podermos mostrar que políticas macroeconômicas são melhores para o país com nossa colaboração”, afirmou.

“O novo governo pode estar mais atento a isso, justamente porque vai rever as políticas macroeconômicas. O setor tem R$ 800 bilhões em ativos que protegem os riscos. Esse dinheiro todo está à disposição para promover desenvolvimento — e quanto mais o setor cresce, mais acumula ativos.”

Ler mais

Novas regras para planos de saúde entram em vigor

1
16/05/2016 / Fonte: Diário Catarinense (Via Capitolio Consulting)

Começaram a valer ontem as novas regras de atendimento prestado por operadoras de planos de saúde nas solicitações de procedimentos e serviços de cobertura assistencial. As medidas, definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foram anunciadas em janeiro deste ano. A multa em casos de descumprimento das normas varia de R$ 30 mil a R$ 250 mil.

Uma das principais alterações é a implantação, por parte das operadoras, de uma unidade de atendimento, em horário comercial, durante todos os dias úteis nas capitais ou regiões de maior atuação dos planos. São isentas as operadoras de pequeno porte, as exclusivamente odontológicas, as filantrópicas e as autogestões.

As empresas de grande porte também terão que oferecer atendimento telefônico 24 horas por dia. As de médio e pequeno porte, as exclusivamente odontológicas e as filantrópicas deverão ter canal telefônico para atendimento em horário comercial em dias úteis.

A resolução exige ainda que, sempre que houver solicitação de procedimento ou serviço deverá ser fornecido número de protocolo no início do atendimento ou logo que o atendente identifique tratar-se de demanda que envolva cobertura assistencial. Nos casos de alta complexidade ou de regime de internação eletiva, o prazo para resposta das operadoras é de até 10 dias úteis. Para procedimentos de urgência e emergência, a resposta deve ser imediata.

MULTA PARA OPERADORAS PODE CHEGAR A R$ 80 MIL

Em caso de descumprimento das regras previstas na resolução normativa, a operadora está sujeita a multa de R$ 30 mil. Caso a infração venha a se configurar em negativa de cobertura, a operadora também estará sujeita a multa de R$ 80 mil. O valor da penalidade para negativa de cobertura de urgência e emergência é de R$ 250 mil , informou em comunicado a ANS.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade representante de empresas de planos de saúde, informou que suas associadas defendem o cumprimento integral da nova regulamentação e que ainda irá avaliar os impactos que ela trará.

STJ decide que seguradoras devem pagar perda total na data do sinistro

5

 

10/05/2016 / Fonte: Época

Terceira turma da Corte analisou caso de caminhoneiro de Goiás e evitou perda para o segurado de R$ 11,9 mil

A Terceira turma do Tribunal Superior de Justiça (STJ) definiu que, em caso de perda total, as seguradoras devem calcular a quantia a ser recebida pelo segurado com base no valor do automóvel na data do sinistro, e não na do pagamento da indenização (liquidação).(grifo nosso)

A decisão foi tomada por unanimidade, na última quinta-feira. Os ministros analisaram um caso de Goiás, em que o dono de um veículo sofreu perda total em junho de 2009. A seguradora efetuou o pagamento em setembro e o calculou com base na tabela FIPE daquele mês. O proprietário, no entanto, quis receber pela tabela de junho, o que evitaria uma desvalorização de R$ 11,9 mil.

Após perder em instâncias inferiores, o segurado recorreu ao STJ, onde a ação foi distribuída ao ministro Villas Bôas Cueva. Para ele, “o seguro não é um contrato lucrativo, mas de indenização, devendo ser afastado, por um lado, o enriquecimento injusto do segurado e, por outro, o estado de prejuízo”.

Página 21 de 83« Primeira...10...1920212223...304050...Última »

Sem anúncio

%d blogueiros gostam disto: