Alugar código da Susep é ilegal

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Uma prática antiga e considerada ilegal voltou a pauta nos últimos dias: o aluguel do código Susep. A situação normalmente acontece quando alguém que já tem conhecimento técnico passa a vender Seguros, porém, na hora de fechar uma apólice, aluga o registro Susep de um Corretor de Seguros, na maioria das vezes, afastado da profissão. O ato é considerado ilegal, porque o vendedor não possui habilitação legal junto a Escola Nacional de Seguros. Mas apesar do risco, a situação ainda é vista Brasil afora.

Para o presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, entretanto, a prática não é algo usual no Mercado de Seguros. O dirigente acredita que, se existe, é de maneira velada, “como um contrato de gaveta”. Ele alerta: “O valor cobrado não vale o risco. É como um engenheiro assinar uma planta de uma obra sem atuar no projeto. Neste caso, a responsabilidade civil é toda do Corretor”.

Pansera acredita que a prática é antiga e é pouco vista nos dias de hoje, sendo utilizada raramente, apenas por pessoas afastadas da profissão. O presidente do Sincor-RS ainda ressalta que a entidade tenta sempre prevenir os associados contras as más práticas e orientá-los na busca de proteção. “Orientamos sempre os Corretores a contratarem sempre um Seguro de resposabilidade civil”, pondera o presidente do Sincor-RS, concluindo: ” Quem quer preservar o patrimônio não empresta o nome para terceiros”.

Fonte: http://www.cqcs.com.br/


[important] Palavra do Diretor:

Ao consumidor é extremamente recomendável verificar se esta comprando seguro a empresa/pessoa legalmente habilitada pela Susep, e se este registro Susep apresentado pertence de fato ao intermediário do negocio.

A Susep disponibiliza ao publico, na sua área de Serviços ao Cidadão, todas as informações pertinentes online e o link a seguir direciona para a pagina de consulta: bit.ly/1CYfyH7

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Dicas para manter seu smartphone sempre seguro

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Se você usa um smartphone, sabe que é ilusão pensar em ter um telefone 100% seguro contra vazamento de dados pessoais, informações de localização e até arquivos. Porém, é possível deixar tudo isso bem mais escondido e difícil de acessar.

Mesmo que ninguém em particular esteja tentando acessar o seu telefone, as próprias empresas mantém um banco de dados detalhado sobre vários aspectos do seu dia a dia, e isso pode ser visto, por muita gente, como uma grande invasão de privacidade.

Se você quer se manter mais seguro — seja contra acessos remotos e distribuição de dados e até para manter o seu telefone longe das mãos de amigos mais curiosos —, veja essas dicas e aplique o que você achar necessário para o seu caso.

Mantenha os seus apps e o sistema sempre atualizados

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Foto: http://www.tecmundo.com.br/

Essa dica é uma das principais em qualquer caso, seja no computador ou mesmo nos seus aparelhos móveis.A maior parte das atualizações de programas e do próprio sistema pode não mudar nada visualmente, porém quase sempre trazem pequenas correções em brechas de segurança.

Ou seja, manter os seus apps sempre em dia é uma forma de se prevenir contra o acesso não autorizado de outras pessoas, principalmente se estes programas tiverem permissões avançadas dentro do seu próprio dispositivo.

Você pode configurar para que a loja de apps faça sempre o download automático de novas versões quando o WiFi estiver ligado, assim não é preciso nem se preocupar em lembrar de fazer isso manualmente de tempos em tempos.

Senha e tela de bloqueio são fundamentais!

Ninguém quer ser roubado, mas pare por alguns minutos e pense o que aconteceria com os seus dados se alguém roubasse o seu telefone. Nem sempre o acesso não autorizado acontece pela rede ou por brechas de privacidade em aplicativos, muitas vezes isso é feito com o telefone em mãos mesmo.

Tanto o iOS quanto o Android possuem sistemas com vários graus de complexidade para assegurar que somente pessoas com autorização vão conseguir abrir o seu telefone e mexer nele tranquilamente. É possível, inclusive, instalar aplicativos além do bloqueio nativo, dando várias camadas de senhas e padrões a serem decifrados.

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Foto: http://www.tecmundo.com.br/

Não é exagero fazer isso. Se você parar para pensar, é muito possível que todas as suas redes sociais e apps de chat (como WhatsApp e Telegram) estejam logados no aparelho — dessa forma, você acaba comprometendo a segurança e a privacidade de outras pessoas também, não apenas a própria.

Bloqueie apps e galerias

Além da tela de bloqueio, você pode instalar aplicativos extras que trancam individualmente outras partes do seu telefone. Dessa forma, se alguém conseguir abrir a tela do celular, vai precisar passar por mais uma camada de senhas e padrões para conseguir acessar a sua galeria de fotos, por exemplo.

Um ótimo aplicativo para fazer isso no Android é o Remo Locker, que permite trancar qualquer brecha para que não seja possível nem desativá-lo pelo sistema ou mesmo usar a Play Store para desinstalar o programa. No iOS isso já é mais complicado, sendo que é preciso fazer jailbreak para poder instalar apps que fazem isso.

Use VPN ao acessar redes inseguraswif-smarphone-seguro

Se você gosta de acessar o WiFi em qualquer lugar em que estiver, é bom ter em mente que este é um hábito extremamente inseguro. Redes públicas possuem baixíssima segurança e você pode, desta forma, estar colocando os seus dados em risco de exposição.

O segredo é usar um VPN para mascarar o seu acesso e, assim, tornar mais difícil qualquer tipo de ação maliciosa. Serviços como o Bitmask, por exemplo, podem ser usados para encriptar os dados enviados e recebidos e fazer com que a conexão com a internet, mesmo feita através de um ponto de WiFi inseguro, não comprometa a sua privacidade.

Isso pode deixar a navegação bem mais lenta, mas é um preço que vale a pena pagar pela sua segurança. Sempre que possível, prefira o acesso direto pelo 3G do que usar redes públicas de WiFi, principalmente as que não possuem senha ou qualquer método de proteção.

Um segundo telefone pode ser necessário

Se você trabalha com informações sensíveis e não pode de jeito nenhum se dar ao luxo de ter qualquer tipo de dado vazado, é bom se preparar para ter dois telefones sempre com você. Um segundo aparelho é a solução mais drástica de segurança e é uma boa pedida para pessoas que carregam segredos de mercado, por exemplo.

Aplicativos, joguinhos e temas instalados no aparelho, mesmo que de forma inocente, abrem várias brechas no telefone. Se você realmente for alvo de pessoas que precisem acessar informações no gadget, qualquer porta aberta pode ser fatal, então não é exagero ter um segundo aparelho apenas para ligações encriptadas e armazenamento de dados sensíveis.

Não é preciso dizer, é claro, que este aparelho não deve acessar qualquer tipo de rede móvel pública ou mesmo ter as configurações de local habilitadas. Redes sociais e joguinhos também devem passar longe — quanto mais simples e vazio estiver o aparelho, mais difícil o acesso não autorizado.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/

STJ nega indenização a segurado que mentiu sobre veículo

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, nos contratos de seguro de veículos, se ficar evidenciada má-fé do segurado capaz de influenciar na aceitação do seguro ou no valor do prêmio, a consequência será a perda do direito à indenização. Ou seja, se o segurado mentir, perde direito a receber o dinheiro no caso de sinistro com o carro. A decisão foi tomada pela Terceira Turma do STJ no julgamento de recurso de uma empresa de logística contra a Companhia de Seguros Minas Brasil, que se recusou a pagar indenização por colisão ocorrida com veículo da recorrente.

A seguradora alegou má-fé nas respostas ao questionário de avaliação de risco. A empresa declarou que o carro era utilizado exclusivamente para lazer e locomoção do proprietário. Na prática, porém, era utilizado para fins comerciais. A sentença inicial condenou a seguradora a pagar o valor de R$ 40 mil à segurada, mas rejeitou a compensação por danos morais. Empresa e seguradora apelaram para o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que reformou a decisão.

O TJGO considerou que o segurado faltou com a verdade ao preencher a proposta de seguro e que, por isso, não deveria prevalecer o contrato. Depois disso, a empresa segurada levou recurso especial ao STJ, alegando que deveria receber a indenização, uma vez que não teria sido configurada a má-fé.

O relator do recurso, ministro Villas Bôas Cueva, afirmou que o contrato de seguro é baseado no risco, na mutualidade e na boa-fé. Ele considerou que a seguradora, nesse tipo de contrato, utiliza as informações prestadas pelo segurado para chegar a um valor de prêmio, “de modo que qualquer risco não previsto no contrato desequilibra economicamente o seguro”. Por isso, segundo o ministro, “a má-fé ou a fraude são penalizadas severamente no contrato de seguro”.

Para Villas Bôas Cueva, a perda da garantia é uma das penalidades para o segurado que agir de má-fé, ao prestar declarações inexatas ou omitir circunstâncias que possam influenciar na aceitação da proposta pela seguradora ou na taxa do prêmio. Segundo o ministro, retirar a penalidade de perda da garantia securitária nas fraudes tarifárias “serviria de estímulo à prática desse tipo de comportamento desleal pelo segurado, agravando de modo sistêmico, ainda mais, o problema em seguros de automóveis”.

O relator do caso no STJ afirmou, ainda, que se a seguradora não cobrar corretamente o prêmio por dolo do segurado e a prática fraudulenta for massificada, isso aumentará o preço do seguro, para todos. Segundo Villas Bôas Cueva, o segurado perdeu a garantia da indenização porque o acidente ocorreu durante o uso habitual do veículo em atividades comerciais, “e as informações falseadas eram relevantes para o enquadramento do risco e para a fixação do prêmio”.


Palavra do Diretor: É muito importante para o consumidor receber a orientação adequada de um corretor de seguros. Sem esta orientação existe a alta probabilidade de incorrer em erros que provocam situações deste tipo. Igualmente importante entender que o perfil que respondeu na apólice ficara lá por 1 ano caso não sejam informadas  alterações à Seguradora, p. ex.  uma simples mudança de CEP no decorrer do contrato pode afetar na avaliação do risco.

Fonte: http://www.cqcs.com.br/

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