Grande fraude no seguro: dono de corretora fugiu após mandado de prisão

06/09/2019 / FONTE: CQCS

O empresário João de Sá Netto, sócio de uma corretora de seguros e envolvido no escândalo “Seguro da Assembleia” – esquema de fraude na contratação do seguro de vida para os parlamentares capixabas – chegou a fugir, mas foi capturado em julho do ano passado, em Guarapari.

Como o CQCS noticiou nesta sexta-feira, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar para que Sá Netto aguardasse em regime aberto o julgamento do recurso contra sua condenação à pena de quatro anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela prática do crime de peculato.

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Eternit lança telha com solar fotovoltaica integrada

Projeto levou cerca de um ano para ser desenvolvido, a produção em larga escala ainda não começou, primeiras unidades serão disponibilizadas nos próximos meses para instalação de projetos-piloto

fonte AGÊNCIA CANAL ENERGIA

A Eternit apresentou um novo produto que a coloca em um novo mercado, a empresa conseguiu a aprovação e certificação do Inmetro para a primeira telha com placa solar fotovoltaica. A fabricante colocou o produto sob a marca Eternit Solar que está sendo aberta para produzir e futuramente comercializar as linhas fotovoltaicas. O desenvolvimento levou um ano e agora chegou ao mercado de construção civil feito em concreto, com várias opções de cores e de acabamentos, e células fotovoltaicas integradas no material.Segundo o comunicado da empresa, já há ainda outra linha, essa em fase final de desenvolvimento para futura homologação, utilizando telhas de fibrocimento. Em breve, promete a companhia, os produtos estarão disponíveis para os consumidores. No momento a empresa está desenvolvendo o processo industrial para fabricação em larga escala da primeira geração de telhas fotovoltaicas a passar nos testes de certificação do Inmetro.A empresa aponta e aposta no ineditismo do produto que é feito por meio da aplicação do conjunto de células fotovoltaicas de silício diretamente no cimento, o que exigiu diversos testes e pesquisas. De acordo com a Eternit, a nova telha fotovoltaica tem enorme potencial para se tornar um dos grandes negócios do Grupo que foi fundado há 80 anos, por ser um produto disruptivo, de alto valor agregado, de fácil instalação, seguro e mais barato do que as soluções atuais.

Cada telha produz 9,16 watts e tem dimensão de 365 x 475 mm. A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 kW/h por mês. Segundo cálculos apresentados pela fabricante, a estimativa é que essa tecnologia seja vantajosa para o consumidor ao permitir entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos painéis solares montados em cima de telhados comuns. O retorno sobre o investimento ocorre dentro de um período de 3 a 5 anos, dependendo do sistema. Uma residência pequena pode ter em torno de 100 a 150 telhas fotovoltaicas de concreto,  casas de médio e alto padrão, de 300 a 600 unidades ou mais. O restante do telhado é feito com telhas comuns, complementadas com acabamentos.Nessa fase de pré-lançamento, a Eternit está em negociação com potenciais parceiros, clientes, investidores e distribuidores. As primeiras telhas fotovoltaicas, fabricadas na unidade da empresa em Atibaia-SP, serão disponibilizadas nos próximos meses para instalação de projetos-piloto com clientes selecionados. Posteriormente, a escala de produção será ampliada para que o produto seja comercializado em todo o país.


FenSeg: transferir seguro público para setor privado poderia quase dobrar mercado

EC Estadão Conteúdo postado em 04/09/2019 15:12 


A transferência de “seguros públicos” para a iniciativa privada poderia quase que dobrar esse mercado no País, de acordo com o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade. Nesta lista, estão como exemplos o seguro desemprego e de acidentes de trabalho e ainda o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), citados pela superintende da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira.

“Se diminui o tamanho do Estado e deixa a iniciativa privada ocupar esses setores, o mercado de seguros pode alcançar mais 3%, 4% do PIB, e quase que dobrar de tamanho ao atual”, disse Trindade, em coletiva de imprensa, durante a Conseguro, evento do setor de seguros que acontece em Brasília até esta quinta-feira.

Atualmente, o setor de seguros, considerando saúde, representa em torno de 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Um movimento de enxugamento do Estado e maior predominância do setor privado frente às proteções públicas poderia, inclusive, conforme Trindade, atrair mais empresas para o Brasil, um dos desejos da atual gestão do órgão que regula o mercado.

No passado, por exemplo, o mercado de seguro de acidentes de trabalho (SAT) era privado, mas foi estatizado e integrado à Previdência Social. A antiga gestão da Susep tentou devolvê-lo à iniciativa privada, mas o tema não avançou. “Em qualquer lugar do mundo, acidentes de trabalho são um risco privado”, observou Trindade.

A Colômbia, conforme o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, conta com um modelo misto, onde o segmento de acidentes de trabalho está dividido entre a esfera pública e a privada. “Temos de fazer conta e ver como esse modelo poderia ser colocado no Brasil”, atentou ele.

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