Chape: seguradora diz que não pagará seguro às vítimas

02/03/2017 / Fonte: O Globo

Representante de vítimas do voo da Chapecoense, o advogado João Tancredo recebeu, no dia 27 de fevereiro, uma notícia triste. A seguradora boliviana Bisa, responsável pelo pagamento do seguro às vítimas, não arcará com o que deve porque o acidente ocorreu por “falta de gasolina”.

A apólice contratada pela empresa boliviana tem duas cláusulas chamadas de exclusão, que eximem pagamento da cobertura em caso de negligência ou omissão do operador – neste caso, do piloto Miguel Quiroga.

A provável influência da falta de combustível havia sido reforçada por autoridades do setor aéreo da Colômbia em dezembro, que afirmavam que o tanque do avião estava vazio no momento do impacto no chão. À época, eles declararam que a classificação se daria porque, a partir dos primeiros indícios, Quiroga teria corrido riscos ao decidir não fazer escala para reabastecer ou por ter comunicado tardiamente a gravidade da situação à torre de controle.

O acidente

O avião que transportava o time da Chapecoense caiu na madrugada de 29 de novembro do ano passado na Colômbia. Das 81 pessoas a bordo (9 tripulantes e 72 passageiros entre jogadores, equipe técnica e jornalistas), 76 morreram.

A Chapecoense disputaria a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional de Medellín na cidade colombiana Medellín, para onde viajava. A equipe embarcaria ontem em um voo fretado pela LaMia, da Bolívia, que partiria do aeroporto de Guarulhos (SP), mas a rota foi alterada após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vetar o fretamento. Assim, o time foi até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com um voo de carreira da companhia boliviana BoA, e pegou o avião fretado que sairia de Guarulhos.

Hackers roubam dados de 29 mil clientes de corretora

24/01/2017 / Fonte: Folha de S.Paulo via Revista Apólice

Dados de cerca de 29 mil clientes da XP Investimentos foram roubados por hackers. Eles tentam desde o fim do ano passado extorquir dinheiro dos sócios da empresa, ameaçando expor as informações.

O ataque à base de dados da empresa ocorreu ao longo de 2013 e de 2014. Mas apenas em dezembro de 2016 os criminosos começaram a pedir dinheiro para não divulgar as informações coletadas, afirmou a XP Investimentos no dia 23 de janeiro.

Num dos pedidos, os hackers exigiram o pagamento de R$ 22,5 milhões “convertidos em bitcoins” – moeda usada no mundo virtual.

A transferência não foi feita e a corretora inicial uma investigação interna.

O episódio foi relatado às autoridades e atualmente está sendo investigado pela Polícia Federal, pelo Ministério Público Federal e pelo Banco Central, segundo a empresa. Pela característica do crime, a apuração está sob sigilo.

O caso, revelado pelo jornal “Valor Econômico”, atinge 15% da base de clientes da corretora.

Segundo a XP, os hackers não roubaram senhas ou registros financeiros, mas dados cadastrais com informações como nome completo e endereço dos clientes.

No mesmo período em que os criminosos acessaram a base de dados, no entanto, três clientes da XP foram vítimas de fraude e cerca de R$ 500 mil foram desviados de suas contas.

O golpe ocorreu após a abertura de contas falsas em nome dos clientes em bancos – as transferências de valores de corretoras só podem ser feitas para contas bancárias da mesma titularidade.

A XP informou que ressarciu os três clientes e nenhum deles teve prejuízo em decorrência da fraude.

Mensagens

A corretora vinha tentando manter o vazamento dos dados sob sigilo, mas, na tentativa de aumentar a pressão sob os sócios, os hackers passaram a enviar mensagens diretamente a alguns dos 29 mil clientes cujas informações foram roubadas, relatando o ocorrido.

A XP enviou então um comunicado aos clientes. A mensagem, contudo, não narrava a extensão do ataque.

Criada em 2001 por Guilherme Benchimol e Marcelo Maisonnave, a XP tornou-se uma das maiores corretoras do país e tem investido alto justamente na expansão de sua plataforma digital.

A empresa afirmou que lamenta o ocorrido e que, nos últimos anos, reforçou “sua estrutura de segurança da informação” e investiu “em infraestrutura, processos e softwares”.

 

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