Carregador pode levar vírus para smartphone

Carregador pode levar vírus para smartphone
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Imagem: pixabay.com

Já imaginou ter todos os dados do seu smartphone roubados por causa de um simples descuido na hora de colocar o dispositivo para carregar? Apesar de parecerem inofensivos, os carregadores de celulares podem servir como um meio para a transmissão de códigos maliciosos.

Especialistas ouvidos pelo UOL Tecnologia afirmam que, apesar desse tipo de infecção não ser comum, não é improvável que haja uma possível “epidemia” nos celulares em um curto espaço de tempo.

Há pelo menos duas formas em que o carregador pode servir como transmissor de vírus para o seu smartphone. Uma delas pelo uso do cabo USB em um dispositivo (computador, por exemplo) infectado. A outra é o uso de um “carregador alterado” capaz de instalar um ‘malware’ [software mal-intencionado] e roubar todas as informações armazenadas no celular.

“Com o aumento do uso dos smartphones, bem como a ampliação de suas funcionalidades, que incluem até transações financeiras, esses dispositivos acabam despertando cada vez mais o interesse dos hackers”, diz João Carlos Lopes, professor de Engenharia da Computação do Instituto Mauá Tecnologia.

Ainda que o caminho mais habitual para a transmissão de vírus para os smartphones seja a instalação de aplicativos, para Lopes, os carregadores começam a ser incluídos na lista de potencialidades dos invasores.

Segundo Lopes, já há estudos nos EUA que mostram essa tendência, ainda não muito habitual, de uso do carregador como um vetor de infecção em smartphones.

“O mesmo cabo que você carrega o celular também serve para a transferência de dados. Por isso é tecnicamente viável a instalação de vírus nesse simples processo”, aponta Lopes.

Para interceptar e roubar dados, os criminosos podem instalar um dispositivo no carregador – que é capaz de instalar um código malicioso no smartphone-,  e transmitir os “dados roubados” quando o dispositivo estiver conectado à internet.  Segundo Lopes, essa é uma maneira “possível, mas não comum” de infectar um celular.

A maneira mais usual de transmissão de vírus pelos carregadores, como aponta Rovercy de Oliveira, especialista de segurança da informação da consultora Real Protect, é o uso do USB em computadores ou em qualquer outra fonte que pode estar infectada – propositalmente ou não.

“Sede” por carregar celular em qualquer lugar expõe usuário

O smartphone é cada vez mais utilizado como mapa, jornal, diário, contador de passos, biblioteca –até mesmo como telefone, às vezes.Todas essas funções consomem a bateria do telefone, e cada vez mais os usuários procuram pontos de carregamento compartilhados, em locais como aeroportos, shoppings e estabelecimentos comerciais.

São esses os momentos em que o aparelho fica mais vulnerável a uma infecção feita por meio do carregador.

“Vale lembrar que pode se tratar de um dispositivo [o ponto de carregamento compartilhado] que pode estar contaminado com malware, você corre o risco de ter seus dados roubados”, afirma Oliveira.

Dispositivos desconhecidos aumentam risco de infecção

O especialista diz que o mesmo perigo ameaça o usuário quando o celular é carregado em um computador que o usuário não conhece a procedência.

“O problema, nesse caso, não é bem o carregador, mas a maneira como se carrega o dispositivo”, diz Oliveira. “Para comprovar a vulnerabilidade dos celulares, os organizadores de uma feira disponibilizaram plugs USB pelo espaço ocupado pelo evento, para que os participantes carregassem seus smartphones. Mas, ao conectar os dispositivos, os usuários eram alertados sobre uma ameaça. Mas esse tipo de alerta que não se repete no dia-a-dia”.

Como afirma Lopes, para os leigos é “quase que imperceptível” notar a diferença de dispositivos maliciosos ou não. E, por esse mesmo motivo, o professor recomenda alguns cuidados básicos.

Precauções também destacadas por Oliveira: “Ainda que essas interceptações não sejam tão fáceis e não sejam praticadas por qualquer hacker, as maneiras de se proteger são extremamente simples que valem ser seguidas.”

Confira sete dicas para proteger seu smartphone do “risco carregador”

1. Não menospreze os possíveis riscos
O maior problema, segundo especialista em segurança da informação, é as pessoas ignorarem os riscos e acreditarem que estão livres de qualquer tipo de invasão. “Nunca é demais ser prevenido”, ressalta Oliveira.

2. Instale e mantenha atualizado um antivírus
Para se proteger de possíveis invasores, vale instalar e manter atualizado um antivírus. “Ainda que a proteção não seja 100%, é um recurso que tem se tornado cada vez mais necessário, desde que os celulares adotaram as funções de um computador”, diz Oliveira. O usuário pode buscar aplicativos desse tipo –em versões gratuitas e pagas–, tanto para Android quanto para iOS.

3. Não compre carregadores “piratas” ou de procedência duvidosa
Na tentativa de economizar, muitos usuários acabam recorrendo aos “carregadores piratas”. Mas, segundo Lopes, essa suposta economia pode acabar saindo ainda mais cara que o valor de um acessório original. “Além do risco de você pegar um vírus, há uma grande chance de o produto de procedência duvidosa afetar a saúde de seu aparelho.”

Em nota, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou que possui regulações sobre certificação de baterias e carregadores (Resolução nº 481, de 10 de setembro de 2007 e Resolução nº 442, de 21 de julho de 2006) e que os acessórios que respeitam esses requisitos apresentam garantias aos usuários quanto ao desempenho elétrico. “A certificação é uma etapa necessária para que o equipamento obtenha a homologação da Agência. Sem a homologação, os produtos de certificação obrigatória não podem ser comercializados no país.”

4. Evite pegar carregadores emprestados
“Um novo modelo de serviço que está se expandido no mercado é o empréstimo de carregadores em lugares públicos ou publicados –baladas ou em qualquer estabelecimento”, afirma o professor da Mauá, que recomenda que os usuários se certifiquem que o acessório seja original. “Na dúvida, o melhor é ficar sem bateria, mas resguardar todos os seus dados”, diz Lopes.

5. Certifique-se da procedência dos computadores que servirão de transmissão de energia
Evite plugar o seu celular via USB em computadores/tablets públicos ou em qualquer outro dispositivo que você desconheça a procedência. Certifique-se que o computador que servirá de transmissor de energia não esteja contaminado, e que ele tenha um antivírus instalado e atualizado. “Você até pode conhecer a procedência do computador, mas se houver um vírus instalado nele, certamente poderá infectar o seu celular”, relatou Oliveira.

6. Faça a recarga com o celular desligado
Essa é a dica de ouro, como apontou o especialista em segurança da informação. “Com o celular desligado, você protege todas as informações que estão armazenadas no dispositivo e consegue carregar a bateria de uma maneira muito mais segura.”

7. Se não for possível desligar o smartphone, opte por desligar a transferência de dados
Mesmo não sendo uma medida tão efetiva como desligar o smartphone, a opção de desativar a transferência de dados pode ser uma alternativa paliativa para aqueles usuários que não podem ficar com o celular desligado enquanto aguarda a carga ser completada.  “Um aplicativo malicioso pode ativar, sem que o usuário perceba, a transferência de dados. Por isso, essa não é a opção mais segura”, explica Oliveira.


Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

Joaquim Levy aprova o projeto Nova Susep, mas quer seguradoras como investidores institucionais

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Imagem Fonte: cqcs.com.br

 

Em entrevista à Agência Estado, Roberto Westenberger, efetivado no cargo de titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), fala de seus principais desafios: modernizar a autarquia e incentivar o desenvolvimento do seguro para que o setor possa ser utilizado como instrumento de auxílio à política macroeconômica. Embora o projeto, batizado de “nova Susep”, tenha recebido o apoio da Fazenda, o atual ministro Joaquim Levy cobrou, em troca, uma maior representatividade do setor e que as seguradoras sejam investidores institucionais mais “parrudos”, contribuindo para a “árdua” tarefa do governo de colocar o País nos trilhos, informa a reportagem.

Como lição de casa para desenvolver o mercado de seguros no Brasil, além de todo o investimento tecnologia da informação para automatizar a supervisão e torná-la um trabalho, preferencialmente, eletrônico, há ainda o lançamento de ao menos cinco novos produtos, de acordo com Westenberger, que na semana passada esteve com Levy para discutir as prioridades da Susep. São esperadas novidades na área de vida e previdência, como o universal life e o VGBL saúde, para os fundos de pensão, que convivem com o desafio de aumentarem suas reservas para fazer frente aos riscos de longevidade, e um seguro popular para automóvel.

Outro produto, este menos adiantado, é, conforme o superintendente da Susep, o seguro garantia para obras de infraestrutura licitadas pelo poder público. Trata-se de uma modernização da solução já ofertada no mercado, com a ampliação da cobertura existente, de 5% para 30%. “A garantia existente é pouca para os riscos envolvidos nos projetos e isso gera certo desinteresse das seguradoras em participar de grandes obras licitadas”, explica Westenberger.

Nesse processo de transformar a Susep em um regulador mais ágil e confiável, ele descarta, porém, a ampliação do número de servidores. O desafio está, conforme o superintendente da autarquia, em fazer mais com menos. Com um orçamento de pouco menos de R$ 30 milhões para este ano, ainda dependente da sanção do governo, a autarquia procura fontes alternativas de financiamento para tocar o seu projeto de modernização. Neste momento, negocia empréstimo com o Banco Mundial na linha global que a instituição dispõe para o desenvolvimento de órgãos reguladores. Westenberger não revela, entretanto, valores, já que as conversas ainda estão acontecendo.

“Não estou preocupado com a questão de recursos. Não necessariamente o investimento que faremos, cuja maioria dos recursos será aplicada em TI, virá do orçamento do governo”, finaliza o superintendente da Susep.


Fonte: http://www.cqcs.com.br/

Aplicativo localiza smartphone roubado

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Imagem: iStock

Um dos maiores receios dos usuários de smartphones é perder ou ter seu aparelho roubado. Além de não poderem recuperá-los, suas informações pessoais podem ser facilmente acessadas por quem estiver de posse do aparelho. Um aplicativo desenvolvido pela Avast, no entanto, busca fornecer soluções para isso: o Avast Anti-Theft.

A principal função do aplicativo é localizar e rastrear o aparelho via GPS, além de controlá-lo remotamente. Além disso, o app funciona de forma invisível, impedindo o ladrão de perceber seu uso. Com o aplicativo é possível também tirar fotos da câmera remotamente ou ouvir o áudio do ambiente onde o telefone está.

Disponível em versão premium e free na Google Play, ou seja, apenas para Android, ele tem recursos como geoproteção, resgate do registro das chamadas realizadas e mensagens SMS, além de gerenciar dados e memória do aparelho de forma remota.


Fonte: http://www.administradores.com.br/