Dicas para manter seu smartphone sempre seguro

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Se você usa um smartphone, sabe que é ilusão pensar em ter um telefone 100% seguro contra vazamento de dados pessoais, informações de localização e até arquivos. Porém, é possível deixar tudo isso bem mais escondido e difícil de acessar.

Mesmo que ninguém em particular esteja tentando acessar o seu telefone, as próprias empresas mantém um banco de dados detalhado sobre vários aspectos do seu dia a dia, e isso pode ser visto, por muita gente, como uma grande invasão de privacidade.

Se você quer se manter mais seguro — seja contra acessos remotos e distribuição de dados e até para manter o seu telefone longe das mãos de amigos mais curiosos —, veja essas dicas e aplique o que você achar necessário para o seu caso.

Mantenha os seus apps e o sistema sempre atualizados

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Foto: http://www.tecmundo.com.br/

Essa dica é uma das principais em qualquer caso, seja no computador ou mesmo nos seus aparelhos móveis.A maior parte das atualizações de programas e do próprio sistema pode não mudar nada visualmente, porém quase sempre trazem pequenas correções em brechas de segurança.

Ou seja, manter os seus apps sempre em dia é uma forma de se prevenir contra o acesso não autorizado de outras pessoas, principalmente se estes programas tiverem permissões avançadas dentro do seu próprio dispositivo.

Você pode configurar para que a loja de apps faça sempre o download automático de novas versões quando o WiFi estiver ligado, assim não é preciso nem se preocupar em lembrar de fazer isso manualmente de tempos em tempos.

Senha e tela de bloqueio são fundamentais!

Ninguém quer ser roubado, mas pare por alguns minutos e pense o que aconteceria com os seus dados se alguém roubasse o seu telefone. Nem sempre o acesso não autorizado acontece pela rede ou por brechas de privacidade em aplicativos, muitas vezes isso é feito com o telefone em mãos mesmo.

Tanto o iOS quanto o Android possuem sistemas com vários graus de complexidade para assegurar que somente pessoas com autorização vão conseguir abrir o seu telefone e mexer nele tranquilamente. É possível, inclusive, instalar aplicativos além do bloqueio nativo, dando várias camadas de senhas e padrões a serem decifrados.

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Foto: http://www.tecmundo.com.br/

Não é exagero fazer isso. Se você parar para pensar, é muito possível que todas as suas redes sociais e apps de chat (como WhatsApp e Telegram) estejam logados no aparelho — dessa forma, você acaba comprometendo a segurança e a privacidade de outras pessoas também, não apenas a própria.

Bloqueie apps e galerias

Além da tela de bloqueio, você pode instalar aplicativos extras que trancam individualmente outras partes do seu telefone. Dessa forma, se alguém conseguir abrir a tela do celular, vai precisar passar por mais uma camada de senhas e padrões para conseguir acessar a sua galeria de fotos, por exemplo.

Um ótimo aplicativo para fazer isso no Android é o Remo Locker, que permite trancar qualquer brecha para que não seja possível nem desativá-lo pelo sistema ou mesmo usar a Play Store para desinstalar o programa. No iOS isso já é mais complicado, sendo que é preciso fazer jailbreak para poder instalar apps que fazem isso.

Use VPN ao acessar redes inseguraswif-smarphone-seguro

Se você gosta de acessar o WiFi em qualquer lugar em que estiver, é bom ter em mente que este é um hábito extremamente inseguro. Redes públicas possuem baixíssima segurança e você pode, desta forma, estar colocando os seus dados em risco de exposição.

O segredo é usar um VPN para mascarar o seu acesso e, assim, tornar mais difícil qualquer tipo de ação maliciosa. Serviços como o Bitmask, por exemplo, podem ser usados para encriptar os dados enviados e recebidos e fazer com que a conexão com a internet, mesmo feita através de um ponto de WiFi inseguro, não comprometa a sua privacidade.

Isso pode deixar a navegação bem mais lenta, mas é um preço que vale a pena pagar pela sua segurança. Sempre que possível, prefira o acesso direto pelo 3G do que usar redes públicas de WiFi, principalmente as que não possuem senha ou qualquer método de proteção.

Um segundo telefone pode ser necessário

Se você trabalha com informações sensíveis e não pode de jeito nenhum se dar ao luxo de ter qualquer tipo de dado vazado, é bom se preparar para ter dois telefones sempre com você. Um segundo aparelho é a solução mais drástica de segurança e é uma boa pedida para pessoas que carregam segredos de mercado, por exemplo.

Aplicativos, joguinhos e temas instalados no aparelho, mesmo que de forma inocente, abrem várias brechas no telefone. Se você realmente for alvo de pessoas que precisem acessar informações no gadget, qualquer porta aberta pode ser fatal, então não é exagero ter um segundo aparelho apenas para ligações encriptadas e armazenamento de dados sensíveis.

Não é preciso dizer, é claro, que este aparelho não deve acessar qualquer tipo de rede móvel pública ou mesmo ter as configurações de local habilitadas. Redes sociais e joguinhos também devem passar longe — quanto mais simples e vazio estiver o aparelho, mais difícil o acesso não autorizado.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/

STJ nega indenização a segurado que mentiu sobre veículo

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, nos contratos de seguro de veículos, se ficar evidenciada má-fé do segurado capaz de influenciar na aceitação do seguro ou no valor do prêmio, a consequência será a perda do direito à indenização. Ou seja, se o segurado mentir, perde direito a receber o dinheiro no caso de sinistro com o carro. A decisão foi tomada pela Terceira Turma do STJ no julgamento de recurso de uma empresa de logística contra a Companhia de Seguros Minas Brasil, que se recusou a pagar indenização por colisão ocorrida com veículo da recorrente.

A seguradora alegou má-fé nas respostas ao questionário de avaliação de risco. A empresa declarou que o carro era utilizado exclusivamente para lazer e locomoção do proprietário. Na prática, porém, era utilizado para fins comerciais. A sentença inicial condenou a seguradora a pagar o valor de R$ 40 mil à segurada, mas rejeitou a compensação por danos morais. Empresa e seguradora apelaram para o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que reformou a decisão.

O TJGO considerou que o segurado faltou com a verdade ao preencher a proposta de seguro e que, por isso, não deveria prevalecer o contrato. Depois disso, a empresa segurada levou recurso especial ao STJ, alegando que deveria receber a indenização, uma vez que não teria sido configurada a má-fé.

O relator do recurso, ministro Villas Bôas Cueva, afirmou que o contrato de seguro é baseado no risco, na mutualidade e na boa-fé. Ele considerou que a seguradora, nesse tipo de contrato, utiliza as informações prestadas pelo segurado para chegar a um valor de prêmio, “de modo que qualquer risco não previsto no contrato desequilibra economicamente o seguro”. Por isso, segundo o ministro, “a má-fé ou a fraude são penalizadas severamente no contrato de seguro”.

Para Villas Bôas Cueva, a perda da garantia é uma das penalidades para o segurado que agir de má-fé, ao prestar declarações inexatas ou omitir circunstâncias que possam influenciar na aceitação da proposta pela seguradora ou na taxa do prêmio. Segundo o ministro, retirar a penalidade de perda da garantia securitária nas fraudes tarifárias “serviria de estímulo à prática desse tipo de comportamento desleal pelo segurado, agravando de modo sistêmico, ainda mais, o problema em seguros de automóveis”.

O relator do caso no STJ afirmou, ainda, que se a seguradora não cobrar corretamente o prêmio por dolo do segurado e a prática fraudulenta for massificada, isso aumentará o preço do seguro, para todos. Segundo Villas Bôas Cueva, o segurado perdeu a garantia da indenização porque o acidente ocorreu durante o uso habitual do veículo em atividades comerciais, “e as informações falseadas eram relevantes para o enquadramento do risco e para a fixação do prêmio”.


Palavra do Diretor: É muito importante para o consumidor receber a orientação adequada de um corretor de seguros. Sem esta orientação existe a alta probabilidade de incorrer em erros que provocam situações deste tipo. Igualmente importante entender que o perfil que respondeu na apólice ficara lá por 1 ano caso não sejam informadas  alterações à Seguradora, p. ex.  uma simples mudança de CEP no decorrer do contrato pode afetar na avaliação do risco.

Fonte: http://www.cqcs.com.br/

Procura por seguro de vida aumenta entre os jovens

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A julgar pelo mercado de seguros de vida, a fama de inconsequente está se descolando do jovem brasileiro. A participação de pessoas com menos de 35 anos na carteira das principais seguradoras está crescendo, segundo as empresas. Na SulAmérica, por exemplo, o percentual de contratantes do seguro de vida individual na faixa etária saltou de 25% para 35% desde 2011. Na Prudential, a idade média dos segurados caiu 10% desde 2012, e mais da metade dos clientes (56%) tem entre 20 e 39 anos.

Fatores econômicos e sociais explicam o apelo recente dos seguros entre os jovens. O passado recente da economia, marcado por hiperinflação e uma série de pacotes-relâmpago, dificultava o planejamento financeiro até para os mais precavidos. Com a estabilização e o aumento da renda experimentados nos últimos anos, a população, aos poucos, começou a se educar financeiramente, lembrou Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi, que reúne companhias do setor.

— A conscientização econômica também acompanha a percepção de risco, que é social e vem crescendo — acrescentou ele.

Foi justamente por ouvir casos de pessoas próximas cujas mortes deixaram as famílias desamparadas que Cristiano Nogueira, de 32 anos, resolveu buscar um seguro. Outros fatores também interferiram na decisão: a mulher dele espera o segundo filho do casal e os dois trabalham por conta própria, o que acendeu o sinal de alerta.

— A vida é feita de imprevistos. Como considero minha família meu maior patrimônio e assumo responsabilidade por eles, não quero ter aberta qualquer chance de deixá-los desprotegidos — afirmou.

COBERTURA COMPLEMENTAR ATRAI

A formalização do emprego no Brasil estendeu o seguro para grande parte dos trabalhadores com carteira assinada, uma vez que a maioria das empresas oferece plano coletivo para os funcionários, lembrou Nascimento. Mas a cobertura média nessa modalidade — entre 24 e 36 salários — às vezes não é considerada suficiente, motivando a procura por apólices pessoais, disse Fabiano Lima, diretor-técnico de Vida e Previdência da SulAmérica.

— As pessoas também estão começando a ver o seguro além da morte. Por isso, mesmo com as pessoas tendo filhos mais tarde, um evento que costuma despertar o interesse pelo seguro, a idade média de contratação vem caindo. É gente que busca cobertura complementar, como para invalidez e doenças graves — observou Lima.

As seguradoras têm aproveitado o interesse dos clientes por apólices que possam ser úteis ainda em vida. A Prudential lançou uma modalidade de seguro de vida que já traz embutida a cobertura de doenças graves e cujo prêmio é pago por 30 anos. Como jovens têm sido o foco, o valor é menor nos cinco primeiros anos.

— Consideramos que o cliente está em começo de carreira e ganhando menos nesse período — explicou Fernando Pinto, vice-presidente de Operações da empresa. — Normalmente, você busca uma proteção para a família. No caso de uma pessoal nova, sem filhos ou parceiro, sua preocupação principal é a invalidez ou a enfermidade. Por isso a cobertura adicional é tão importante — acrescentou o executivo.

É o caso da designer Camila Dias, que adquiriu uma apólice individual com apenas 25 anos, mesmo sendo solteira e sem filhos. Desde que se formou em publicidade, em 2010, ela já sabia que fundaria sua própria empresa. Quando o sonho começou a se realizar — recentemente ela abriu uma firma de decoração de festas —, contratou um seguro como “uma garantia para o futuro.”

— Quando eu fiz, muita gente estranhou. Mas meus amigos que são autônomos logo concordaram que era vantajoso, por causa do auxílio doença e da cobertura de diárias de hospital — contou Camila, que tem a irmã como beneficiária em caso de morte. — Eu invisto em poupança, mas confio mais no seguro de vida porque não posso tirar o dinheiro que aplico nele com facilidade.

Estudo conduzido pela associação de consumidores Proteste em meados do ano passado mostrou também que, quanto mais jovem se contrata o seguro, menos ele pesa no bolso.

QUANTO MAIS VELHO, MAIS CARO

Entre as 13 maiores companhias do ramo, o prêmio mensal para proteger um capital de R$ 40 mil é, em média, de R$ 16 para contratantes com 18 anos e de R$ 17,40 para quem tem 25. O valor permanece abaixo dos R$ 25 até os 35 anos e, depois, inicia trajetória ascendente. Aos 45 anos, pula para R$ 40; aos 50 anos, sobe para R$ 60 e, para quem já está com 55 anos, é de R$ 90. Segundo simulação da Prudential, o seguro de vida para um homem de 50 anos pode ser até 166% mais caro que a apólice para um homem de 30.

Mauro Calil, fundador da escola de educação financeira Academia do Dinheiro, defende o seguro de vida e diz que o produto é barato no Brasil. Mas ele recomenda que os jovens tenham como prioridade a construção de um patrimônio:

— Indico seguro para jovens que estejam financiando um imóvel, por exemplo. Em caso de morte, o beneficiado terá como quitá-lo. Aqueles que praticam hobbies de risco também devem procurar uma apólice, mas isso tem um custo e é preciso ver se vale à pena.

Outra dica, de Fernando Pinto, da Prudential, é não exagerar no valor do capital segurado.

— A pessoa não pode valer mais morta do que viva. O seguro tem que ser do tamanho ideal para suprir a falta financeira que a pessoa fará.


 

Fonte: http://www.segs.com.br/

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