Donos de iPhone 5s são os que mais contratam seguro

Um levantamento realizado pelo Bem Mais Seguro indicou que o roubo de celulares em 2014 foi 149% maior em relação ao ano anterior, em várias cidades brasileiras.

Esse aumento expressivo da perda do telefone móvel tem gerado preocupação nos consumidores e contribuído para o crescimento da contratação de seguros. Segundo a empresa, os celulares mais caros são os mais assegurados, pois os donos têm medo da perda financeira.

No topo do ranking, está o iPhone 5s, que já está no mercado há dois anos e ainda é vendido por mais de R$ 2 mil em virtude de sua grande capacidade de armazenamento, câmera com boa resolução, entre outros atrativos. O Moto G é o segundo celular que possui mais seguros, já que se tornou um celular bastante popular e desejado pelo ótimo custo-benefício.

Apesar do valor ser o principal motivo para os consumidores quererem assegurar o aparelho, o iPhone 6, que é mais recente e mais caro que o iPhone 5s, ainda está na nona posição. Ao que tudo indica, os seguros para esse modelo tendem a aumentar, à medida que os brasileiros forem comprando mais celulares.

No que se refere à cobertura, 53% dos assegurados têm escolhido a proteção completa, que cobre, além do roubo e do furto, quebra acidental. O seguro que cobre apenas os roubos é a opção de 47% das contratações. O levantamento também apurou que os homens são os que mais aderem ao seguro de celular, em cerca de 52% dos planos.

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Fonte: O Debate

Empregada doméstica: Conte com seguro obrigatório

 

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Todas as pessoas que recorrem aos serviços de uma empregada doméstica estão legalmente obrigadas a subscrever um seguro que a proteja na eventualidade de sofrer um acidente durante a execução do seu trabalho ou no trajecto para a sua casa. Essa obrigatoriedade aplica–se mesmo nos casos em que os serviços são feitos apenas por algumas horas semanais. Caso não contrate o seguro de acidentes de trabalho, arrisca-se a pagar uma coima entre 500 e 3750 euros. A fiscalização está a cargo da Inspecção-Geral do Trabalho e da Solidariedade Social.

Não ter contrato de trabalho assinado com a empregada também não é impedimento para a subscrição do seguro. Aliás, pode até optar por não indicar o nome dessa funcionária na apólice, e nesse caso não sofre qualquer agravamento de preço. “Deste modo, não tem de alterar o contrato de seguro se mudar de funcionária”, revela a Associação de Defesa do Consumidor (Deco).

Mas os cuidados não ficam por aqui.  Se a funcionária tiver mesmo um acidente em sua casa (ou a caminho desta) e não estiver protegida por nenhuma apólice, cabe-lhe a si suportar todas as despesas relacionadas com a sua recuperação. E se as lesões forem graves, terá igualmente de garantir o sustento futuro da vítima.

 

Fonte: http://www.ionline.pt/