Gasolina velha pode prejudicar motor do carro

Poucos motoristas sabem, mas a gasolina automotiva também tem prazo de validade. Se ela fica velha no tanque do carro, pode trazer problemas para o funcionamento do motor, como dificuldade de partida e falhas.

Existe um teste especificado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) chamado “período de indução”, no qual uma amostra de gasolina deve resistir à indução de oxigênio (em laboratório) por no mínimo 360 minutos. Na prática, cada 60 minutos equivalem a um mês de estoque em condições ideais (protegida de luz e calor). Isso significa que, bem estocada, a gasolina comum pode durar até seis meses nos reservatórios dos postos revendedores.

Nos carros, porém, o prazo é diferente. Dentro do tanque do veículo a gasolina está exposta a calor e oxigênio. Isso porque o combustível que não foi usado pelo motor volta quente para o tanque e encontra o oxigênio do reservatório. “Por isso, nos automóveis a validade da gasolina fica em torno de 2 a 3 meses, dependendo do nível dentro do tanque (quanto menor, mais contato com o oxigênio e menor dissipação de calor)”, diz o Engenheiro Gilberto Pose, Coordenador de Combustíveis na Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil.

Aditivada tem prazo maior

A gasolina aditivada, porém, possui agentes redutores de oxidação, que é a reação do combustível com o oxigênio. Algumas aditivadas chegam a cerca de 18 meses nos locais de armazenamento, como a Shell V- Power Nitro+. No carro, ela pode chegar a mais de 10 meses, pois os agentes antioxidantes têm muita estabilidade.

Por isso, se você roda pouco com seu carro, o recomendável é sempre usar gasolina aditivada. É por esse motivo que as montadoras recomendam o uso da aditivada no tanquinho auxiliar de partida a frio nos veículos Flex. Geralmente, o combustível passa a primavera, o verão e o outono sem uso. Quando o motor necessita da injeção de gasolina, no inverno, muitas vezes o produto estará oxidado e denso.

O combustível velho no carro pode trazer problemas para o motor. Quando ocorre a oxidação (envelhecimento) e a evaporação de compostos leves, a gasolina torna-se mais densa e tende a formar depósitos de goma no tanque, nas tubulações, nos injetores (ou nos carburadores). Os principais problemas são dificuldade em dar a partida do motor e “engasgos” no funcionamento, o que pode aumentar o consumo do veículo.


Fonte: http://g1.globo.com/

Finep passa a aceitar seguro garantia em operações de crédito

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Imagem Fonte: segurogarantia.net
Custo para as empresas financiadas pela agência diminui.
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As empresas interessadas em obter financiamentos da Finep ganharam uma facilidade: a agência passou a aceitar, em 2015, o seguro garantia nas operações de crédito. Antes, a opção para quem tomava empréstimo com a agência era a fiança bancária, que tem o prêmio (prestação paga pelo segurado) consideravelmente maior. O seguro garantia tem um custo equivalente a 1/3 do custo anual da fiança bancária, que gira em torno de 1,5% e 6% do valor da dívida garantida. Historicamente, um dos maiores problemas das empresas para conseguir financiamento está nas garantias.
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A emissão de uma carta de fiança toma limite operacional do banco, bem como limite de crédito da empresa junto ao banco, impactando diretamente o seu Índice de Basiléia. Já o seguro garantia não compromete o limite de crédito da empresa perante aos bancos para a obtenção de financiamentos e capital de giro. Em 2012 foi zerada a alíquota do IOF em operação de contratação de seguro garantia, o que diminuiu ainda mais o seu custo. Ambas são garantias nas quais um terceiro assume o compromisso de cumprir determinada obrigação caso o devedor não o faça. Contudo, o seguro garantia possui vantagens de liquidez e higidez.
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A Finep contou com uma consultoria especializada, além de benchmarking, para chegar ao modelo de contrato final, já aprovado e aderido por seguradoras como BTG Pactual e Swiss Re. É necessário que a seguradora possua classificação de risco emitido por uma das seguintes agências: A.M. Best, Fitch Ratings, Standard & Poor’s e Moody’s.
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Sobre o seguro garantia
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O seguro garantia é regulamentado pela Susep e visa garantir determinadas obrigações a cargo do segurado, em favor de um beneficiário nomeado na apólice. Em sua origem, era principalmente usado para garantir obrigações de fazer, como o seguro de garantia na modalidade conclusão de obra ou em licitações. Contudo, tem se mostrado uma garantia adequada em contratos de crédito, cujas obrigações são, essencialmente, obrigações de pagamento.

Como esconder bens valiosos em casa

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Imagem: Martin Novak / Shutterstock

Quem guarda bens valiosos em casa, como joias ou grandes quantidades de dinheiro, deve estar atento aos riscos de assalto. Não é porque algo está dentro da residência que está necessariamente a salvo da ação de bandidos. Por isso, é importante escolher ou criar um espaço secreto, que os criminosos não consigam achar mesmo que entrem no imóvel. Confira algumas dicas do especialista em segurança José Ricardo Trentini, gerente da Securtity Vigilância Eletrônica, para ajudar a deixar seus pertences fora do alcance de estranhos.

O primeiro passo é evitar lugares muito manjados, como gavetas de escrivaninhas (mesmo que contem com fechadura), porta joias, pastas, malas ou dentro de armário. “Estes espaços clássicos se tornaram óbvios com o passar do tempo, e provavelmente serão alvo uma busca cuidadosa por parte dos bandidos”, explica Trentini.

O especialista recomenda que a pessoa busque preferencialmente cofres, e tente instalá-los em lugares que não despertem suspeitas. Para garantir ainda mais segurança, Trentini sugere modelos difíceis de serem identificados, como um disfarçado de dicionário e uma tomada falsa que revela um compartimento onde podem ser guardadas algumas preciosidades. “Essas alternativas são mais eficazes, especialmente se os bandidos não tiverem muito tempo para fazer uma varredura no local”, afirma.

No entanto, caso os moradores tenham viajado e os invasores tenham tempo de sobra na residência, esconder demais algo pode resultar em uma casa completamente revirada. Para evitar que isso aconteça, pode-se colocar algo de menor valor em um local pretensamente secreto, como uma isca. Com isso, os bandidos podem acreditar ter encontrado o bem mais valioso da casa, evitando uma busca ainda mais minuciosa.

“Outro ponto importante é jamais divulgar para outras pessoas, mesmo que sejam de confiança, onde os objetos estão escondidos. Sob coação, qualquer pessoa poderá revelar o local aos bandidos”, finaliza Trentini.


Fonte: http://vidaeestilo.terra.com.br/