Dicas para proteger sua privacidade nas redes sociais

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Imagem: Divulgação/PSafe

A privacidade de dados publicados nas redes sociais é uma preocupação crescente entre os usuários da Internet nos últimos anos. Mas, há ações bem simples que qualquer um pode tomar para proteger suas informações na web. A fabricante de antivírus PSafe criou uma lista de cinco dicas para proteger sua privacidade em sites como Facebook, Google+, LinkedIn, Twitter, Pinterest, Instagram e outros.

Adote hábitos inteligentes – Procure sempre fazer Logout. Ou seja, encerrar a sessão. Deixar seus dados logados em uma máquina após usar as redes sociais ou e-mail é perigoso. Caso o usuário não faça isso, suas informações de login e senha podem ser acessadas por qualquer pessoa que use o mesmo computador. Assim, sua identidade online pode ser “sequestrada”.

Instale um antivírus – Esta é uma medida básica não só para proteção nas redes sociais como em qualquer outro caso. Ter um pacote de segurança instalado pode acabar fazendo a diferença na hora de evitar um ataque hacker ou a propagação de arquivos contaminados.

Proteja seus dispositivos móveis – A proteção não tem que ser só em computadores e notebooks. Os dispositivos móveis, celulares e tablets, estão tornando-se alvos de muitos ataques e, em grande parte, pelo fato de muitos usuários não prestarem atenção nisso. O seu smartphone também tem que ser seguro, com senhas e bloqueadores remotos.

Escolha seus Aplicativos Cuidadosamente – Além disso, é preciso saber o que o usuário coloca no seu celular. Antes de instalar um aplicativo, confira quais permissões ele pede e verifique se ele é de um desenvolvedor confiável. Há muitos vírus disfarçados de aplicativos nas lojas virtuais móveis.

Seja um Especialista em Redes Sociais – Mexa nas configurações, olhe as instruções, saiba tudo o que pode mexer em relação à privacidade. Defina quem pode ver suas fotos e posts. Gaste um tempo para configurar corretamente seu perfil. Isso é decisivo na hora de ficar exposto ou não na rede.


Fonte: http://www.techtudo.com.br/

Como tornar a casa segura para crianças

Saiba como tornar sua casa segura para crianças.

Sala:

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Imagem: Pixabay 
  • Janelas:

Devem ser protegidas com grades ou redes de proteção. Móveis como mesa, sofá e cama não devem ser postos junto às janelas para evitar que a criança escale e fique dependurada. (Atenção especial: até seis anos).

  • Cortinas:

Prefira cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças pequenas possam se estrangular acidentalmente. (Atenção especial: até um ano).
  • Tomadas:

Cubra todas as tomadas que não estão em uso e proteja os fios desencapados. (Atenção especial: até um ano)

  • Escada:

Se possível, use portões de segurança no topo e na base das escadas. Caso a escada seja aberta, instale uma rede ao longo dela. (Atenção especial: até três anos).

Banheiro:

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Imagem: Pixabay
  • Remédios:

Mantenha os medicamentos guardados em armários fechados, longe do alcance e da visão das crianças. (Atenção especial: até seis anos).

  • Aparelhos e Higiene:

Guarde lâminas de barbear, tesouras e secadores de cabelo, entre outros aparelhos, e produtos de higiene pessoal (xampu, cremes, cotonetes) fora do alcance das crianças. (Atenção especial: até três anos).

  • Piso:

Em superfícies escorregadias, coloque pisos ou tapetes antiderrapantes para evitar quedas. (Atenção especial: até seis anos).

  • Vaso sanitário:

Mantenha a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrada com dispositivos à prova de criança. Crianças pequenas podem se afogar em apenas 2,5 cm de água. (Atenção especial: até dois anos).

Cozinha:

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Imagem: Pixabay
  • Fogão:

Deixe as panelas nas bocas de trás do fogão, com os cabos voltados para dentro ou para o centro. (Atenção especial: até 12 anos).

  • Copos e pratos:

Mantenha utensílios que podem ser facilmente quebrados em armários altos e fechados.(Atenção especial: até três anos).

  • Toalha de mesa:

Não utilize toalhas de mesa compridas com alimentos ou pratos, copos e talheres em cima delas. Crianças pequenas podem puxá-las, podendo causar um acidente. (Atenção especial: até dois anos).

  • Objetos cortantes:

Facas, garfos, tesouras e outros objetos cortantes devem ficar longe do alcance das crianças, guardados em gavetas com tranca. (Atenção especial: até três anos).

  • Fósforos e álcool:

Mantenha fósforos, isqueiros e álcool longe do alcance das crianças. (Atenção especial: até nove anos).

Área de Serviço:

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Imagem: Pixabay
  • Produtos de limpeza:

Devem ficar longe do alcance de crianças, em armários trancados, mantidos na embalagem original. Dê preferência a embalagens com tampas com sistema de segurança, mais difíceis de serem abertas pelas crianças. (Atenção especial: até seis anos).

  • Lixo:

Mantenha o recipiente de lixo fechado para evitar que a criança pegue alguma coisa e se intoxique ou se contamine. (Atenção especial: até três anos).


Fonte: http://mulher.uol.com.br/

Condutor com capacete sem certificação pode levar multa

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Imagem: Pixabay

O capacete é um equipamento obrigatório para os motociclistas. E não basta apenas usá-lo para garantir a segurança, ele deve estar devidamente fixado e seguindo as normas estabelecidas pelo Contran.

Segundo a Res.453 do Contran, o capacete deve ser certificado pelo Inmetro, ter adesivos retrorrefletivos de segurança nas partes laterais e traseira e estar em bom estado geral sem avarias ou danos que identifiquem a sua inadequação para o uso.

Além disso, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) não existe uma especificação quanto à validade dos capacetes. O que há é apenas uma recomendação dos fabricantes quanto ao prazo de uso recomendado, de três anos.

Os condutores que estiverem com o acessório fora dessas especificações podem ser enquadrados no Art.230 do Código de Trânsito Brasileiro que diz ser infração grave transitar com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN. A multa é de R$ 127,69 e o veículo pode ser retido até a regularização.

Apesar de nenhuma lei de trânsito especificar diretamente sobre o uso do capacete vencido, o Inmetro estipula a um período máximo de três anos de validade, independentemente de ter sido utilizado ou não. Por isso, além de avaliar a viseira, os adesivos refletivos e a trava de fixação na cabeça, todos elementos externos e visíveis, é necessário atentar para a validade do produto.


Fonte: http://portaldotransito.com.br/