Alarme detecta se criança está trancada no carro

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Imagem: administradores.com.br

Casos de pais que esquecem filhos no carro motivaram o engenheiro Victor Angel Bocchi Castellaro, de 24 anos, a criar um sistema de segurança que detecta e avisa o responsável pelo veículo que há uma criança dentro do carro. O estudo foi realizado como Trabalho de Conclusão de Curso na PUC-Campinas.

Um sensor identifica se o automóvel possui alguma criança no banco de trás e se há algum passageiro no banco da frente. Caso o adulto saia e feche os vidros, esse sensor passa a medir a temperatura interna do veículo, imediatamente.

O sistema estabelece a temperatura de 38 °C como nível máximo tolerável. Se internamente o carro atingir essa temperatura, o sistema envia uma mensagem para o celular do responsável pelo veículo, avisando-o que há uma criança dentro do carro. Se dentro de um minuto o adulto não responder ou não voltar para o automóvel, o sistema, automaticamente, abre as janelas do carro.

“Diante de inúmeras notícias de pais que esquecem os filhos dentro do automóvel e a criança morre em razão da alta temperatura, eu decidi realizar esse trabalho”, conta Castellaro. O engenheiro ressalta, ainda, que durante o estudo não foi encontrado nenhum dado sobre esses casos no Brasil. “O que justificou meu trabalho foram notícias de jornais, que são inúmeras. Contudo, infelizmente, eu não localizei estatísticas sobre esses casos”, completou.


Fonte: http://www.administradores.com.br/

Seguros cobrem quedas de árvores sobre os carros

As fortes chuvas do verão resultam em alguns prejuízos, principalmente nas grandes cidades. Somente neste começo de ano, o Grupo BB e Mapfre já registrou a ocorrência de 32 quedas de árvores em automóveis segurados. No mesmo período do ano anterior, o número de casos registrados pela companhia chegou a 27, 15% a menos que 2015.
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“Muitas pessoas não sabem, mas o seguro para veículo cobre esse tipo de situação”, declara Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel da empresa. Apesar disso, o especialista alerta para a escolha do tipo de apólice. “Especialmente nos centros urbanos, os veículos ficam estacionados nas ruas e estão mais vulneráveis a esse tipo de situação. Para garantir essa cobertura, o motorista precisa contratar a opção de ‘seguro total’, que é um contrato mais completo e contempla diversos imprevistos”, complementa ele.
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Alexandre também orienta os motoristas a observarem os locais de estacionamento nesta época, evitando, quando possível, proximidade com árvores de grande porte. Segundo ele, “a melhor dica, válida para todas as situações e não só em relação à queda de árvores, é evitar trânsito nos horários de chuvas fortes nas áreas mais movimentadas e populosas”.

BNDES financia eólica em PE

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Imagem: Wikipedia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou em dezembro seu primeiro financiamento à geração de energia eólica em PE. O empréstimo de R$ 580,8 milhões viabilizou um complexo de sete parques eólicos nas cidades de Pedra, Caetés e Paranatama, no Agreste, um investimento total de R$ 846,8 milhões da Ventos de São Tomé Holding S/A, controlada pela empresa Casa dos Ventos.Embora o complexo tenha sido anunciado em maio de 2014, a aprovação do financiamento do BNDES tem uma força simbólica quanto à implantação total do projeto, que prevê outras duas etapas. A fase com financiamento garantido no banco envolve 107 torres eólicas. No futuro, a ideia é alcançar 350 torres, um investimento de R$ 2,5 bilhões.

O BNDES já financia há anos projetos do segmento no Brasil e, mais especificamente, no Nordeste. Mas Pernambuco não tem tradição na área. O chefe do departamento Regional do banco, Paulo Guimarães, comenta que o mapa das principais jazidas de vento no País normalmente relacionam no Nordeste apenas Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. A principal questão era tecnológica. Para se ter uma ideia, as primeiras torres de pesquisa instaladas no Brasil em 1992, uma em Olinda e outra em Fernando de Noronha, tinham 15 metros de altura.

Aos poucos, novas torres financeiramente viáveis alcançaram alturas maiores. Hoje esses equipamentos são gigantes de até 150 metros de altura, o que fez surgir no mapa dos ventos novas áreas a serem desbravadas no setor.

“Para nossa alegria, Pernambuco também entrou nesse circuito”, comemora Guimarães. O Complexo Eólico de Caetés, em sua primeira fase, terá uma potência instalada de 181,9 MW, com parques batizados de Santa Brígida I até Santa Brígida VII.

“O aumento dos desembolsos do banco na área de energia eólica vêm de 2010 para cá. Naquele ano, foram cerca de R$ 300 milhões. Em 2012 o valor já era quatro vezes maior. Ano passado, o total chegou a R$ 6,6 bilhões”, analisa Paulo Guimarães. Somando toda a carteira do BNDES desde 2010, calcula, o valor chega a R$ 10 bilhões.

Um fator importante para o segmento é o estímulo à cadeia de produção de equipamentos eólicos de Pernambuco, ressalta Guimarães. No Complexo Industrial Portuário de Suape, indústrias produzem os principais componentes das torres, como turbinas e pás.


Fonte: http://www.mgcomunicacao.com/