Ataques piratas continuam em alta

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Ataques piratas continuam em alta

01/04/2016 / Fonte: Jornal do Commercio

O estudo “Safety & Shipping” , da resseguradora alemã AGCS, do grupo Allianz, revela que as perdas de dados já não são as maiores preocupações cibernéticas, dado o fato de que a indústria marítima conta cada vez mais com a interconectividade tecnológica. Os avanços na navegação eletrônica e a ‘internet das coisas’ mostram que a indústria precisará se adaptar para novos riscos em poucos anos, como os avanços das ameaças na pirataria.

“Piratas já estão criando ‘buracos’ em redes de segurança cibernética, buscando roubar cargas específicas”, explica o também consultor sênior em Riscos Marítimos da AGCS, capitão Andrew Kinsey. Pela primeira vez em cinco anos, os ataques piratas não tiveram queda em suas estatísticas. No Sudeste Asiático, os ataques subiram, sendo responsáveis por 60% dos incidentes registrados. Além disso, os ataques no Vietnã têm crescido de ano em ano.

Além da pressão econômica aumentando os riscos apresentados à manutenção e tripulação das embarcações, assim como as possibilidades atuais dos cibercriminosos, a redução de emissões de combustível também se apresentou como um risco em potencial, que poderia resultar em problemas de potência, conforme a AGCS pôde notar: O problema decorre do uso de combustíveis com teor ultrabaixo de enxofre. Além disso, as águas do ártico se provaram mais perigosas em 2015, com 70 casos reportados no local. É o maior índice da década, com aumento de quase 30% ano a ano.

 

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