Proposta cria seguro para pagamento de direitos trabalhistas

 

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7/15, do deputado Ricardo Barros (PP-PR), que cria um seguro obrigatório para garantia de pagamento de direitos trabalhistas. A proposta modifica o Decreto-Lei 73/66, que regula o setor de seguros e cria diversos seguros obrigatórios, como para viagens aéreas e construções de imóveis.
Pela proposta, esse seguro cobriria as despesas de empresas com o pagamento de indenizações relativas a direitos trabalhistas decorrentes de sentenças judiciais transitadas em julgado. O seguro não cobriria acordos e outras decisões extrajudiciais.

Para Barros, essa seria também uma maneira de desestimular os acordos na esfera trabalhista, que acabam forçando empresas a pagarem para se verem livres de processos trabalhistas indevidos, porque continuar a ação é às vezes mais caro. “Ganhariam as empresas pela possibilidade que teriam de concentrar seus esforços em suas atividades-fim. Por sua vez, ficariam os empregados também mais garantidos quanto aos direitos trabalhistas que, eventualmente, tivessem que questionar na esfera judicial”, destaca.

Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: www.olhardireto.com.br

Os carros menos protegidos contra furto do Brasil

Ladrão de carro

 

Quem pretende comprar um carro e quer se preocupar menos com a possibilidade de furto deve evitar modelos que oferecem poucos acessórios de segurança.

Para mostrar quais são os veículos que possuem menos itens de proteção e facilitam esse tipo de crime, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) divulga o Índice de Furto. O levantamento aponta quais são os modelos e versões de carros menos seguros do mercado dentre os veículos mais vendidos no Brasil. São consideradas apenas as versões mais novas de cada carro.

Ao elaborar o ranking, o Cesvi verifica se o carro possui seis itens, considerados os mais importantes para evitar furtos: alarmes; chaves que abrem o carro à distância e dispensam o encaixe (espécie de fechadura do carro), que pode ser violado; chaves com códigos criptografados, que impedem que outras chaves abram a porta do veículo; vidros laterais laminados, que têm proteção extra e não quebram facilmente; trava automática do volante; e bateria escondida, que dificulta que o alarme do carro seja facilmente desligado pelos bandidos.

O Índice de Furto do Cesvi varia de um a cinco. Quanto menos acessórios o modelo oferece, menor é a sua pontuação. Nesta galeria, foram considerados menos protegidos os carros que tiveram índice igual ou inferior a dois, que incluem apenas um ou dois dos seis itens citados.

 

Fonte: Exame.com

iOS 9 deve tornar aparelhos mais seguros e inteligentes

 

iPhone 6 Plus

 

Ao que tudo indica, a palavra de ordem agora é segurança. Entre os boatos que surgiram durante o final de semana, nada de novas funções, mas sim preocupação não apenas com os usuários e as informações dele e a proteção da plataforma, dificultando o processo de jailbreak.

A implementação de um sistema chamado “Rootless” impediria o acesso aos arquivos protegidos e de sistema do iOS, bloqueando alterações feitas por terceiros. Assim, não apenas ficaria mais difícil desbloquear o celular para instalação de aplicativos de terceiros ou conteúdo não regular da Apple, mas também a invasão da plataforma por hackers e softwares maliciosos, que tentam acessar os dados confidenciais dos usuários.

Quem tem aparelhos mais antigos também parece ter motivo para comemorar, já que uma das preocupações atuais da Apple seria garantir que mesmo dispositivos do passado funcionem bem com o iOS 9. O corte de dispositivos também seria menor desta fez, com até mesmo o iPhone 4S e a primeira geração do iPad Mini sendo capazes de receber o update.

Outra novidade relacionada à segurança daria ao iOS 9 a possibilidade de diferenciar a forma de se trabalhar com conexões Wi-Fi seguras ou não. Por exemplo, quando uma rede é configurada como segura, o iPhone ou iPad trabalha com um nível de criptografia mais baixo, que melhora o desempenho do aparelho e amplia o seu potencial de conectividade.

Por outro lado, quando ligados a um Wi-Fi público ou que, por algum motivo, seja pouco confiável, os dispositivos podem tomar passos adicionais em termos de segurança. Uma conexão com maior criptografia, por exemplo, impediria a interceptação de dados por terceiros, enquanto algumas de suas funções podem não funcionar para proteção dos próprios utilizadores. O mesmo valeria para o Mac, que, seguindo os princípios de compatibilidade da fabricante, também receberia algumas funcionalidades semelhantes às do iOS.

Fonte: canaltech.com.br