Como economizar em viagens internacionais

economizar-em-viagens-ao-exterior
Imagem: Pixabay

As viagens internacionais também são possíveis quando você entende que há maneiras de “turistar” gastando menos, sem abrir mão do conforto e muito menos da experiência. Veja, abaixo, seis dicas para diminuir o orçamento das suas próximas viagens ao exterior.

Estime os seus gastos de viagem antes de embarcar.

A internet ajuda muito na hora de prever o quanto de dinheiro você gastará em determinado destino. O site Numbeo (www.numbeo.com), por exemplo, compara o custo de vida em vários países e lista preços médios de comidas, bebidas e transportes, entre outros itens. Você também pode prever custos entrando em sites de restaurantes no destino e procurando pelos cardápios, para ter uma ideia aproximada do valor de refeição. Com atrações esse trabalho é ainda mais fácil, já que a maioria possui site oficial com preço do ingresso. No site World Taximeter (www.worldtaximeter.com) você pode antecipar quanto custará uma corrida de táxi naquele país.

Considere os destinos com custo de vida mais baixo.

“Nesse momento, toda a Europa fica muito interessante, pois o euro não está sofrendo a mesma alta. A Grécia, por exemplo, passa a ser um destino ótimo”, afirma a consultora de viagens Meilin Mares Guia, da Turismares. Países da América Central e do Sul também são boas opções, como Colômbia, Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Panamá.  “Os melhores custos benefícios para viajar, hoje em dia, são Lima, Buenos Aires, Santiago e Guayaquil (Equador), pois possuem preços acessíveis”, explica Patrícia Teixeira, diretora comercial da NX Turismo.

economizar-em-viagens-internacionais
Imagem: Getty Images/iStockphoto

Passe mais tempo em cada lugar.

A pressa é a inimiga de uma boa vivência da cultura local e também torna tudo mais caro. Quem viaja acelerado gasta mais com táxi ou ônibus turístico, já que há pouco tempo para explorar o transporte público e até andar a pé, e com passeios guiados, por não conseguir usufruir dos cartões de desconto para turista que muitas cidades oferecem. Ainda gasta mais com voos – o que inclui taxa de embarque e traslado – e também com alimentação. Uma vez que está sem tempo, o turista se vê obrigado a frequentar apenas os restaurantes e estabelecimentos das áreas turísticas, que sempre são mais caros.

Troque o hotel pelo imóvel alugado.

Se viajar com uma família de mais de quatro pessoas, considere alugar uma casa, apartamento ou até mesmo hospedar-se em um apart-hotel. A economia feita com a troca é significativa e ainda permite que você reduza custos com outras despesas. Em um imóvel onde há cozinha equipada você poderá fazer algumas das refeições em casa, após abastecer-se em mercados locais. Além de economizar, você usufruirá de uma nova experiência e terá uma rotina mais próxima a dos habitantes locais. Fora da zona hoteleira, você terá também a oportunidade de descobrir o comércio de bairro, que geralmente oferece preços mais acessíveis.

Diminua as despesas com alimentação.

O dinheiro desembolsado para comer e beber vai depender de quando, onde e quanto você se alimenta. Os seus hábitos contam nesse cálculo. Você é daqueles que fazem questão de uma refeição completa ou um sanduíche é suficiente? E ainda que esse custo na viagem seja sempre mais alto do que você está acostumado no dia a dia, é possível economizar. Por exemplo, ao fazer compensações. Você pode ter uma refeição extravagante para cada duas refeições econômicas. Ou ainda, deixar para visitar restaurantes estrelados no almoço em vez do jantar, já que, mais cedo, esses estabelecimentos normalmente fazem menus especiais e mais em conta.

Elabore um roteiro sob medida.

Antes de fechar uma viagem tenha claros os seus objetivos para aquele passeio: é para descansar? Conhecer outras culturas? Fazer compras? Com isso em mente, você consegue definir o que vale ou não fazer e para qual destino seguir. “Se a ideia é só relaxar, será mesmo necessário viajar mais de 20 horas de avião para se deitar ao sol e beber margaritas ou água de coco?”, questiona o educador financeiro Silvio Bianchi, da DSOP.

Muitas pessoas adquirem viagens e gastam dinheiro só porque ouviram dizer que o lugar era bom. O mesmo acontece com os passeios. Pense bem: não é porque todo mundo vai àquele ponto turístico que a saída será interessante para você. Não há problema em pular um museu ou restaurante badalado se achar que não lhe acrescentará algo de bom. Essa é a fórmula certa não só para economizar dinheiro, como para viver uma experiência turística que tenha mais a ver com o seu perfil.


Fonte: http://viagem.uol.com.br/

Hotel-cápsula é instalado no aeroporto do Recife

hotel-capsula-recife
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Quatro anos desenvolvendo a Siesta Box mais a expertise de quem já trabalhou em companhia aérea e hotelaria deram condições aos empresários Bóris Wolfenson e Tuca Paes de Andrade de considerarem cada necessidade de um viajante na criação do hotel-cápsula instalado no embarque sul do Aeroporto dos Guararapes, no Recife. O projeto piloto, que deve ser levado para outras bases aéreas do País, é ideal para passageiros em conexões curtas – aquelas com horas insuficientes para dar um passeio pela cidade onde desembarcou.

hotel-capsula-recife-2
Foto: reprodução do Facebook

As cabines são individuais e medem 2,4m de profundidade, 1,8m de largura, com pé-direito de 2,6m. São feitas com liga especial de aço e revestidas por placas de alumínio semelhantes a aço escovado. Entre as placas há lã de vidro, que impede de ouvir lá dentro o som de fora. A cama é do tipo solteirão – 2m por 90cm. Há TV a cabo com 150 canais, ar-condicionado independente e acesso a wi-fi de 30mb. Um painel oferece tomadas de todos os tipos e quatro portas USB. Pensando nos claustrofóbicos, há uma parede de espelho, para dar profundidade ao espaço, e a porta é envidraçada, podendo ser fechada por persiana.

hotel-capsula-recife-3
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Por enquanto, há quatro cabines em funcionamento. Até 60 dias, outras seis serão montadas. Dez dormitórios constam no projeto final, que tem apoio da Infraero e é patenteado pela empresa pernambucana Siesta Box, abarcada no Porto Digital. Com vendas a débito e crédito, o viajante, num painel externo, escolhe o tempo e o modo de pagamento. Uma senha gerada dá direito a entrar e sair quantas vezes quiser dentro do horário comprado. As cabines ficam próximas a banheiros do aeroporto e, por hora, são cobrados por seu uso R$ 49,90. Por hora excedente, R$ 15. À saída do hóspede, uma equipe de limpeza atua na higienização e troca de materiais.

hotel-capsula-recife-4
Os criadores do projeto, Bóris Wolfenson e Tuca Paes de Andrade/Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br/

Gasolina velha pode prejudicar motor do carro

Poucos motoristas sabem, mas a gasolina automotiva também tem prazo de validade. Se ela fica velha no tanque do carro, pode trazer problemas para o funcionamento do motor, como dificuldade de partida e falhas.

Existe um teste especificado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) chamado “período de indução”, no qual uma amostra de gasolina deve resistir à indução de oxigênio (em laboratório) por no mínimo 360 minutos. Na prática, cada 60 minutos equivalem a um mês de estoque em condições ideais (protegida de luz e calor). Isso significa que, bem estocada, a gasolina comum pode durar até seis meses nos reservatórios dos postos revendedores.

Nos carros, porém, o prazo é diferente. Dentro do tanque do veículo a gasolina está exposta a calor e oxigênio. Isso porque o combustível que não foi usado pelo motor volta quente para o tanque e encontra o oxigênio do reservatório. “Por isso, nos automóveis a validade da gasolina fica em torno de 2 a 3 meses, dependendo do nível dentro do tanque (quanto menor, mais contato com o oxigênio e menor dissipação de calor)”, diz o Engenheiro Gilberto Pose, Coordenador de Combustíveis na Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil.

Aditivada tem prazo maior

A gasolina aditivada, porém, possui agentes redutores de oxidação, que é a reação do combustível com o oxigênio. Algumas aditivadas chegam a cerca de 18 meses nos locais de armazenamento, como a Shell V- Power Nitro+. No carro, ela pode chegar a mais de 10 meses, pois os agentes antioxidantes têm muita estabilidade.

Por isso, se você roda pouco com seu carro, o recomendável é sempre usar gasolina aditivada. É por esse motivo que as montadoras recomendam o uso da aditivada no tanquinho auxiliar de partida a frio nos veículos Flex. Geralmente, o combustível passa a primavera, o verão e o outono sem uso. Quando o motor necessita da injeção de gasolina, no inverno, muitas vezes o produto estará oxidado e denso.

O combustível velho no carro pode trazer problemas para o motor. Quando ocorre a oxidação (envelhecimento) e a evaporação de compostos leves, a gasolina torna-se mais densa e tende a formar depósitos de goma no tanque, nas tubulações, nos injetores (ou nos carburadores). Os principais problemas são dificuldade em dar a partida do motor e “engasgos” no funcionamento, o que pode aumentar o consumo do veículo.


Fonte: http://g1.globo.com/