Novas regras para 1º Habilitação entram em vigor em dezembro

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No próximo dia 01 de dezembro entram em vigor as novas normas e procedimentos para a formação de condutores, previstas pela Res.493/14, do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Segundo a Resolução, quem quiser obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria “B” estará obrigado a cumprir 25 horas aula de prática de direção, sendo 5 horas/aula, no período noturno. Do total desta carga horária, um máximo de 30% poderá ser cumprido no simulador.

As aulas realizadas no período noturno, poderão, de forma facultativa, ser substituídas por aulas realizadas em simulador de direção veicular, limitados a 4 horas/aula.

Alguns estados, como Alagoas (através da Portaria 1647/14) e Rio Grande do Sul (Portaria 378/14), mantiveram o uso obrigatório do simulador.

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito, o objetivo do simulador é permitir que o estudante tenha maior familiaridade com situações de risco, pois o grau de dificuldade aumenta a cada aula. As primeiras começam com conceitos básicos, passando por situações de adversidades, tráfego em vias de grande movimento, pista escorregadia, sob neblina, entre outros, fazendo com que o aluno tenha mais noção antes de encarar o trânsito real de uma grande cidade, suprindo a carência de informação e formação desses condutores.


Fonte: http://portaldotransito.com.br/

WhatsApp vira alvo de hackers; saiba como se proteger

Com popularidade, WhatsApp vira alvo de hackers; saiba como se proteger.

Com a expansão do WhatsApp –que tem ganhado em média 25 milhões de novos usuários por mês, segundo levantamento da própria empresa–, o aplicativo tem virado um dos principais alvos dos invasores de smartphones. É o que aponta Rovercy de Oliveira, especialista em segurança da informação da consultora Real Protect.

“Toda a ferramenta que é muito utilizada acaba chamando a atenção dos usuários maliciosos e não é diferente com o WhatsApp”, diz Oliveira, que destaca a importância do ‘bom uso’ da ferramenta e da ‘proteção’ do smartphone para que você não seja pego por esse tipo de vetor cada vez mais utilizados pelos hackers. “É uma questão de educação digital”, enfatiza.

Veja abaixo sete dicas que vão ajudá-lo a manter seu WhatsApp seguro, seu smartphone e, consequentemente, todas as senhas e informações pessoais armazenadas no dispositivo móvel, que se caírem nas mãos erradas podem causar um verdadeiro estrago.

1. Instale e mantenha atualizado um antivírus

Para se proteger de possíveis invasores, o primeiro passo, de acordo com Oliveira, é instalar e manter atualizado um antivírus, que desde que os celulares adotaram as funções de um computador, se faz cada vez mais necessário. “O mercado possui ótimas opções gratuitas e pagas, tanto para Android quanto para iOS”, afirma o especialista.

A medida, segundo ele, ajudará o usuário a manter seu celular seguro contra invasões como vírus, trojans (programas maliciosos que entram no computador e criam uma porta para uma possível invasão), vulnerabilidades no sistema, adwares (programa que executa automaticamente e exibe uma grande quantidade de anúncios sem a permissão), spywares (programas automáticos que recolhem informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e os transmitem) e outras pragas virtuais.

Ter um antivírus não significa, porém, que não será preciso tomar os demais cuidados de segurança. “Por melhor que seja o antivírus, ele não detecta 100% das ameaças. Como eles analisam comportamentos e/ou assinaturas, acabam não detectando novas ameaças ou comportamentos que, incialmente, não se demostram maliciosos”, explica Oliveira.

2. Apague periodicamente as conversas

Não transforme o seu WhatsApp em um arquivo de sua vida. O ideal, conforme orientação de Oliveira, é que as conversas sejam apagadas periodicamente. Ainda que o aplicativo de bate-papo salve automaticamente no celular as fotos e vídeos visualizados na tela, é possível –e bastante recomendado– que a opção seja desabilitada.

Também é recomendado que informações sigilosas, tais como senhas e dados bancários, não sejam transmitidas pela ferramenta, mesmo que para pessoas confiáveis. “Quem te garante que o celular desse amigo é seguro?”, questiona o Oliveira. Quando necessário passar esse tipo de dados, opte por um telefonema. “Mas, se o WhatsApp for a única solução, lembre-se de apagar o histórico e pedir que o receptor faça o mesmo.”

3. Não receba arquivos de desconhecidos

Evite receber arquivos de desconhecidos, bem como baixar fotos, mensagens de voz ou vídeos quando não tiver certeza da origem do conteúdo. “Um cuidado que deve ser estendido –ainda que em menor grau– aos materiais divulgados pelos amigos, que mesmo sem saber, podem estar propagando vírus”, diz Oliveira.

Recentemente, segundo o especialista em segurança da informação, foi descoberto um código malicioso, chamado J.Laucher, que chega por meio da troca de dados por mensagem e se instala no smartphone de maneira imperceptível. O malware permite que o invasor acesse arquivos como fotos, conversas no WhatsApp, vídeos, acesso a sua lista de contatos, acesso as suas mensagens de voz e até mesmo interceptar chamadas telefônicas. “Em alguns casos, o usuário malicioso consegue até manter total controle do smartphone.”

4. Cuidado redobrado com os grupos

“Quanto mais pessoas em uma conversa, menor o controle”, aponta Oliveira, que afirma que os grupos –comuns no aplicativo– podem conter arquivos contaminados sem que os demais membros saibam. A recomendação, portanto, é manter cuidado no compartilhamento de dados. As informações podem estar infectadas e o risco de ser infectado involuntariamente é ainda maior.

5. Se atente às imagens comprometedoras

Procure não divulgar fotos íntimas no aplicativo de bate-papo para evitar que futuramente seja mais uma vítima da “vingança pornô” ou que as imagens –caso caiam na mão de usuários maliciosos– sejam usadas como uma possível moeda de troca.

Oliveira recomenda ainda o cuidado com a troca de fotos de pedofilia, sexo e racismo, mesmo que se tratem de piadas de mau gosto. “Apesar de ser bastante comum no WhatsApp, essas práticas são consideradas crime e, ainda que não concorde com elas, pode ser considerado conivente simplesmente por armazenar esse tipo de imagem em seu smartphone.” Essa é mais uma razão para você desabilitar a opção que salva automaticamente no computador as imagens vistas na tela.

6. Redes públicas de Wi-Fi

Evite ao máximo as redes públicas de Wi-Fi, que, de acordo com o especialista em segurança da informação, são perigosas não apenas para quem usa WhatsApp, mas para qualquer tipo de aplicativo que transmita dados pela web.

“As redes públicas corporativas são, teoricamente, mais seguras, já que temem manchar sua imagem mediante qualquer invasão. Duvide das redes privadas de desconhecidos, principalmente daquelas que não possuem senha para acesso”, orienta Oliveira. “Na dúvida: não se conecte. É melhor ficar sem internet do que o transtorno de ter todos os seus dados roubados.”

7. Bloqueie o smartphone

É importante também adotar uma senha de acesso smartphone para se proteger dos invasores, que nem sempre são virtuais. Entre as senhas numéricas e de reconhecimento de padrão, Oliveira aponta a primeira opção como a mais segura. “É mais fácil para os espiões de plantão ver o desenho do que os números.” Alguns modelos disponibilizam ainda a biometria como proteção.


Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

Inclusão do Seguro Garantia na lei de execuções fiscais abre mercado bilionário

seguro-garantia A inserção do seguro garantia na lei de execuções fiscais na medida provisória 651, sancionada pela presidente Dilma Rousseff e divulgada hoje no Diário Oficial da União, abre um mercado bilionário para seguradoras operarem. Isso porque, segundo especialistas, esse era o impeditivo que faltava ser retirado para que as apólices de garantia judicial fossem aceitas sem restrições por juízes nas esferas municipal, estadual, federal e administrativa.

André Gregori, presidente da seguradora e da resseguradora do BTG Pactual, diz que o mercado esperava algum movimento neste sentido, mas a inserção na MP 651 surpreendeu de maneira positiva. “Isso muda completamente de patamar o negócio de seguro garantia judicial que vai passar a crescer muito mais. Este segmento deve, no mínimo, triplicar nos próximos três anos, mas há um período de acomodação”, avaliou ele, em entrevista exclusiva ao Broadcast.

No acumulado deste ano até setembro, o mercado de seguro garantia movimentou pouco mais de R$ 900 milhões, conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Do total, cerca de 60% correspondem a apólices judiciais – a Susep não fornece o dado separado por modalidade. Gregori lembra que há entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões em depósitos judiciais e um mercado de fianças emitidas pelos bancos de cerca de R$ 70 bilhões. “Somando os dois mercados, são em torno de R$ 100 bilhões para serem explorados a partir amanhã”, avaliou o executivo.

Antes, alguns juízes não aceitavam o seguro garantia em execuções fiscais por alegarem que a lei não previa a utilização deste tipo de proteção, limitando a apresentação de outros tipos de garantias. No início do ano, algumas flexibilizações para a contratação do seguro contidas na portaria nº 164, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), já foram bem recebidas pelo mercado, mas ainda esperava-se uma lei para acabar com qualquer amarra que colocasse este tipo de garantia em desvantagem de outros.

Hugo Leal, sócio do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch, disse, em entrevista recente ao Broadcast, que a ausência de uma lei fazia com que estados e municípios não tivessem a garantia suficiente para utilizar o seguro, uma vez que cada um tinha um entendimento diferente acerca do tema. Com isso, segundo Gregori, do BTG, muitos advogados optavam por não utilizá-lo para não prejudicar o cliente uma vez que a não aceitação por parte do juiz poderia acarretar em perda de prazos.

O seguro é uma opção para a empresa na hora do processo em que ela deve oferecer garantias às suas dívidas e é considerado por especialistas uma opção menos onerosa do que a fiança bancária. “Há diferenças em termos de custo. Além disso, o seguro não consome balanço da companhia, uma vez que não toma limite de crédito como a fiança bancária”, acrescentou Diógenes Gonçalves Neto, do escritório Pinheiro Neto Advogados.

O apelo por custos menores e o não comprometimento de crédito da companhia em um momento em que os bancos estão mais seletivos para emprestar são trunfos a favor do seguro garantia judicial. Do lado das seguradoras, é um novo mercado a ser explorado, principalmente por grandes companhias especializadas como a do BTG Pactual, com mais de R$ 160 milhões em prêmios emitidos este ano, JMalucelli e Austral, que têm expertise no segmento. Questionado sobre a possibilidade de a inclusão do seguro garantia na lei de execuções fiscais impulsionar o segmento no final deste ano, Gregori, do BTG, diz que os reflexos devem ficar para 2015.


Fonte: http://www.cqcs.com.br/