Operação da PF fecha seguradoras ilegais de carros e motos

Comentário da Diretoria: Os possíveis 7 mil clientes vítimas desta fraude precisam ser urgentemente notificados, mais intensamente pela mídia, pelos corretores legais, ou outras  maneiras de modo a serem orientados antes de um sinistro.
Em caso de não receber a devida indenização, não considerar o mercado segurador como “farinha do mesmo saco”.
Noticia ruim se espalha como praga e bons profissionais acabam pagando por erros de outros, em beneficio da venda por Bancos e  outros agentes . 

Cerca de 20 lojas teriam firmado mais de 7 mil contratos ilegais. Empresas tinham sedes na Zona da Mata e no Agreste do estado.

Uma operação fechou três seguradoras irregulares de carros e motos em Pernambuco, de acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal nesta quarta-feira (23). Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e a investigação aponta que 7 mil contratos foram comercializados, sem autorização legal, nem o certificado da Superintendência de Seguros Privados (Susepe). Sem essa documentação, os clientes ficam sem cobertura em caso de acidentes.

As três empresas fucionavam em Escada, na Zona da Mata, em Gravatá e em Limoeiro, no Agreste do estado. São elas Duas Rodas Seguros, Mais Seguros e Luan Seguros. Mais de 20 lojas, tanto as sedes quanto as filiais, espalhadas também na Região Metropolitana do Recife, terão as portas fechadas. O operação é um desdobramento de outra ação da polícia, em 2012, que fechou 11 empresas irregulares.

 

(Foto: Divulgação / Polícia Federal)

 

Seguradoras tinham sedes na Zona da Mata e no Agreste

Contas relacionadas às empresas foram bloqueadas para garantir o pagamento dos clientes que se sentirem lesados e entrarem na Justiça. “É muito importante que as pessoas desconfiem das propostas de seguro com parcela muito barata. Depois, é bom procurar uma empresa que tem muito tempo de mercado e confirmar no site da Susepe se a empresa é cadastrada”, alerta o assessor da PF, Giovani Santoro.

A reportagem tentou entrar em contato com as três empresas consideradas ilegais pela Polícia Federal, mas não recebeu resposta.

A operação “Inseguros” foi deflagrada na terça-feira (22) e ninguém foi preso. A PF vai chamar os donos das empresas investigadas para prestar esclarecimentos. A pena por operar instituição financeira sem autorização pode chegar a quatro anos.

 

Fonte: G1

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